MELHORES JOGADORES E JOGADORAS DO BASQUETE BRASILEIRO
MELHORES JOGADORES E JOGADORAS DO BASQUETE BRASILEIRO
Nov 30, 2020

MELHORES JOGADORES E JOGADORAS DO BASQUETE BRASILEIRO

Lucy Horn FOTO: Getty Images

Já sabermos que a preferência esportiva no Brasil é indiscutivelmente o futebol, mas com o passar dos anos, o basquete vem cada vez mais se popularizando e conquistando mais torcedores.

Seja com a influência de ligas internacionais ou até mesmo com a melhora da gestão do esporte no pais, tudo isso contribuiu para o aumento de sua visibilidade e consequentemente o um maior interesse de investimento por parte de empresas, logo jogadores mais capacitados e melhores times.


Resolvemos relembrar por ordem alfabética, os grandes nomes do basquete brasileiro, campeões mundiais tanto no masculino quanto no feminino: Longe da intenção de fazer um ranking, selecionamos 10 nomes para que VOCÊ pudesse organizar os ‘seus’ melhores. Vamos lá?


 

ALESSANDRA OLIVEIRA


Poucas jogadoras sao tão vitoriosas quanto Alessandra.

A pivô foi titular do título mundial em 1994 e nas conquistas das medalhas de prata na Olimpíada de Atlanta, em 1996, e bronze nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000. Na WNBA, ela defendeu Washington Mystics (1998–99), Indiana Fever (2000) e Seattle Storm (2001).


 

AMAURY PASSOS


Foi bicampeão mundial e conquistou duas medalhas olímpicas.

Fez parte da geração mais vitoriosa da história da seleção brasileira de basquete masculino. Conquistou dois Mundiais entre 1959 e 1963, duas medalhas olímpicas de bronze entre 1960 e 1964, além de quatro Campeonatos Sul-Americanos.

Inicialmente jogava como pivô, mas com a chegada de atletas mais altos, fez com que mudasse de posição, alternando entre ala e as vezes armador.


 

ANDERSON VAREJÃO


O ala-pivô foi vitorioso no basquete europeu e na NBA.

Pelo Barcelona, Varejão foi o único brasileiro a ter sido campeão da Euroliga. Na NBA, o brasileiro se tornou um dos ídolos do Cleveland Cavaliers, franquia que defendeu entre 2004 e 2016.


Ele ainda é o quinto na lista de jogadores com mais rebotes na história dos Cavaliers e o oitavo na relação de tocos e roubos de bola. Em 2016, Anderson Varejão se tornou o primeiro jogador a ter defendido os dois finalistas da NBA em um mesmo ano, depois de ter sido trocado pelo Cleveland Cavaliers para o Golden State Warriors.


Pela Seleção Brasileira, foi campeão dos Jogos Pan-Americanos de 2003, campeão sul-americano no mesmo ano e bicampeão da Copa América, em 2005 e 2009. Também esteve nas Olimpíadas de Londres, em 2012, em que o Brasil ficou em 5º lugar.

 

ÉRIKA DE SOUZA


O currículo da Érika é de causar inveja em qualquer grande jogadora de basquete.

Érika, foi campeã pan-americana e se destacou como uma das grandes jogadoras da WNBA, onde foi campeã da temporada 2002 e participou de três edições do All-Star Game, além de estado entre as melhores jogadoras defensivas da temporada 2013.


No basquete europeu, Érika foi campeã da Euroliga em 2011, octacampeã espanhola e campeã húngara.

Pela seleção brasileira, a pivô foi campeã dos Jogos Pan-Americanos de 2019 e tricampeã da Copa América, em 2001, 2003 e 2011.



 

MARIA HELENA CARDOSO (HELENINHA)

 

Maria Helena Cardoso, conhecida como Heleninha, participou de uma série de conquistas do basquete brasileiro entre o final dos anos 1950 e início da década de 1970.


Ela foi campeã dos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg em 1967, vice em Chicago em 1959  e São Paulo no ano de 1963. Também foi tricampeã sul-americana, em 1958, 1965 e 1970, além de medalhista de bronze no Mundial de 1971.


 

HORTÊNCIA


Hortência é a maior cestinha da história da Seleção Brasileira de Basquete Feminino.

Rainha da geração mais vitoriosa da história do basquete feminino no Brasil, foi campeã dos Jogos Pan-Americanos de Havana em 1991, campeã mundial em 1994 e medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996.


Em 2018, a ex-camisa 4 da Seleção Brasileira foi eleita a melhor jogadora da história das Copas do Mundo de Basquete Feminino.


 

IZIANE

Uma das mais talentosas de sua geração, Iziane chegou à WNBA aos 20 anos, onde defendeu seis franquias ao longo de 11 temporadas. O seu período de maior sucesso foi no Atlanta Dream, time pelo qual disputou as finais da WNBA em 2010 e 2011.


A ala ainda jogou em cinco ligas europeias (Espanha, França, Rússia, Letônia e Polônia) e disputou apenas duas edições dos Jogos Olímpicos pela seleção brasileira: Ela esteve na Olimpíada de 2004 e de 2016 e em 2008 e 2012, foi cortada por indisciplina.


 

JANETH ARCAIM


Todas as vezes em que for feita uma lista das melhores jogadoras da história do basquete brasileiro, Janeth Arcain nunca será esquecida.


Uma das principais atletas da seleção brasileira e campeã mundial em 1994, conquistou ainda a medalha de prata na Olimpíada de Atlanta em 1996 e a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Sydney 2000. Janeth é a terceira maior pontuadora da história da seleção, tendo anotado 2.247 pontos em 138 jogos oficiais.


Primeira brasileira a jogar na WNBA, defendeu o Houston Comets e foi tetracampeã da liga norte-americana. Em 2001, recebeu o prêmio de Most Improved Player (MIP) e foi convocada para o All-Star Game.


Hoje Janeth tem o “Instituto Janeth Arcain” tem como objetivo democratizar o acesso ao esporte de qualidade, a prática esportiva baseada nos bons valores, de forma a promover o basquetebol como fator de desenvolvimento humano e utilizando-o como ferramenta transformadora da sociedade e exercício da cidadania.


 

LEANDRO BARBOSA


Leandrinho é mais um jogador de sua geração no basquete brasileiro que conseguiu ser bem-sucedido na NBA.

O ala-armador recebeu o prêmio de Sexto Homem do Ano na temporada 2006-2007, quando defendia o Phoenix Suns, e foi campeão da liga em 2014-2015, atuando pelo Golden State Warriors.


Além da franquia do Arizona e dos Warriors, também defendeu a camisa do Toronto Raptors, Indiana Pacers e Boston Celtics.


Pela seleção brasileira, Leandrinho foi bicampeão da Copa América, em 2005 e 2009, e esteve nas Olimpíadas de 2012 e 2016.

Em 2019, Leandrinho disputou o QUAI54 pelo time do STREETOPIA e faturou o MVP de todas as partidas e foi o vice-campeão da 15a edição do maior torneio de streetball do mundo, em Paris.


Em 2020 Leandrinho se despede das quadras e do Brasil rumo à sua antiga casa, o Golden State Warriors, desta vez  como braço direito de Steve Kerr na comissão técnica do time como ‘Mentor Coach’.

MARCEL DE SOUZA


Marcel foi um dos principais jogadores da seleção brasileira entre a década de 1970 e o início dos anos 1990.

O ala disputou quatro Olimpíadas, cinco Campeonatos Mundiais e cinco Jogos Pan-Americanos.


No Pan-Americano de 1987, Marcel foi um dos principais responsáveis por fazer com que o Brasil tenha imposto a primeira derrota da história da seleção norte-americana de basquete em um jogo disputado nos Estados Unidos.


 

MARCELINHO HUERTAS


Um dos melhores armadores da história do basquete brasileiro.

Marcelinho Huertas passou a maior parte de sua carreira no basquete espanhol, mas também teve sua experiência na NBA, onde jogou pelo Los Angeles Lakers entre 2015 e 2017, na reta final da carreira de Kobe Bryant.


Jogando por Caja Laboral e Barcelona, o armador foi tricampeão da Liga ACB, a principal competição do basquete espanhol. Pela seleção brasileira, Marcelinho Huertas foi campeão dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007.

Ele também levou a medalha de ouro e o prêmio de MVP do Campeonato Sul-americano de 2006.


 

MARQUINHOS ABDALLA


Marquinhos Abdalla foi o primeiro jogador brasileiro a ser draftado pela NBA. Em 1976, ele foi escolhido na 162ª posição do draft pelo Portland Trail Blazers.


Com a camisa da seleção, Marquinhos Abdalla foi vice-campeão mundial em 1970 e medalhista de bronze em 1978.  Ganhou também a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Cali, em 1971, e participou de três Olimpíadas: Munique 1972, Moscou 1980 e Los Angeles 1984.


 

MARTA SOBRAL


A pivô Marta foi uma das principais referências dentro do garrafão para a seleção brasileira na década de 90. Foi campeã dos Jogos Pan-Americanos de Havana, em 1991 e conquistou duas medalhas olímpicas: Prata em Atlanta em 1996 e Bronze em Sydney em 2000.


NENÊ HILÁRIO


Conhecido com jogador brasileiro com a carreira mais sólida na NBA entre todos aqueles que passaram pela liga.

Depois de se destacar pelo Vasco, ele chegou à NBA em 2002 draftado pelo New York Knicks na sétima escolha geral, mas logo foi trocado pelo Denver Nuggets, franquia que defendeu até 2012.


Ainda na NBA, Nenê defendeu o Washington Wizards entre 2012 e 2016 e o Houston Rockets de 2016 a 2019.

Pela Seleção Brasileira, o pivô foi vice-campeão da Copa América de 2001. Nos Jogos Olímpicos de Londres, fez parte da equipe que ficou em 5º lugar.


 

OSCAR SCHMIDT


Uma carreira de mais de 30 anos, recheada de títulos e conquistas por clubes do Brasil, da Europa e também pela Seleção Brasileira, o tornou o “Mão Santa”, maior cestinha e jogador da história do basquete brasileiro.


O maior título conquistado foi a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. Além desse, Oscar conquistou três Campeonatos Sul-Americanos pela Seleção Brasileira.


Em 2013 ele recebeu a maior honraria de sua carreira. Foi eternizado no Hall da Fama do basquete de Springfield, em Massachusetts, nos Estados Unidos, em uma cerimônia no grandioso Symphony Hall onde recebeu a honra das mãos de um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos: Larry Bird, ex-craque do Boston Celtics.

 

MAGIC PAULA


Magic Paula dividiu com Hortência a liderança e o protagonismo da seleção brasileira mais vitoriosa da história do basquete feminino no país.

A primeira convocação de Paula para a seleção adulta aconteceu quando ela tinha apenas 14 anos. Defendendo o Brasil, foi campeã dos Jogos Pan-Americanos de Havana, em 1991, campeã mundial, em 1994, e conquistou a medalha prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996.


Em 2005, foi indicada e em 2013 ela entra para o Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete (Fiba), numa cerimônia em Genebra na Suíça,

 

ROSA BRANCA


Bicampeão mundial com a seleção brasileira em 1959 e 1963 e vice em 1970, também conquistou duas medalhas olímpicas de bronze: 1960 em Roma e Tóquio em 1964.


Nos Jogos Pan-Americanos, foram outras duas medalhas: bronze na Cidade do México em 1955, e prata em São Paulo, em 1963.


 

TIAGO SPLITTER


Além de ter conquistado títulos na Europa, Tiago Splitter foi o primeiro brasileiro a ser campeão da NBA.

No basquete espanhol, Splitter foi o MVP da temporada regular da Liga ACB e recebeu também o prêmio de MVP das finais e conquistou o título de 2010.


Jogando pelo San Antonio Spurs, Tiago Splitter foi o primeiro jogador brasileiro a ser campeão da NBA, em 2014. O ala-pivô foi titular em boa parte daquela campanha, inclusive em dois dos cinco jogos das finais contra o Miami Heat.


Seleção Brasileira, Splitter foi campeão dos Jogos Pan-Americanos de 2003, bicampeão da Copa América, em 2005 e 2009, e campeão sul-americano em 2003.


Hoje, O brasileiro nao faz mais parte do time principal das estrelas do basquete pois foi contratado pelo Brookly Nets para fazer parte da comissão técnica de Kenny Atkinson.

 

UBIRATAN PEREIRA


O maior pivô brasileiro de todos os tempos entrou para a Ordem de Mérito da FIBA em 1994. Já em agosto de 2009, foi eleito para integrar o Hall da Fama da FIBA e, um ano depois, passou a fazer parte também do Hall da Fama do Basquete, em Springfield nos EUA.


Foi o primeiro jogador brasileiro de basquete a assinar um contrato profissional no exterior. Ganhou quatro medalhas em Mundiais jogando pela seleção, sendo o auge de sua carreira ter feito parte da equipe campeã mundial em 1963.


O pivô disputou três Olimpíadas: Tóquio 1964, Cidade do México 1968 e Munique 1972.

 

WLAMIR MARQUES


Um dos principais jogadores do Brasil na equipe que foi bicampeã mundial, em 1959 e 1963.


Diabo Loiro, como foi apelidado, foi medalhista de bronze por duas vezes, nas edições de Roma 1960 e Tóquio 1964. A estreia de Wlamir pela seleção brasileira aconteceu quando ele tinha apenas 16 anos. O primeiro jogo com a camisa verde e amarela foi o único em que esteve no banco de reservas.

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