A POPULARIDADE DO NIL NO BASQUETE FEMININO
A POPULARIDADE DO NIL NO BASQUETE FEMININO
Ago 31, 2021

A POPULARIDADE DO NIL NO BASQUETE FEMININO

Chad Anderson - Miami, FL FOTO: Conor Kvatek, UCF Athletics

O STREETOPIA já havia noticiado quando o Conselho da NCAA aprovou suas diretrizes de NIL (nomes, imagens ou semelhança) para que os atletas pudessem ganhar dinheiro através da monetização de suas redes sociais. Mas acho que ninguém havia previsto que o basquete feminino da NCAA ocuparia a liderança de patrocínios e campanhas publicitárias, visibilidade em redes sociais e número de contratos individuais.



Praticamente e em números e projeções do mercado de publicidade Americano, isso significa que as mulheres da NCAA, mesmo estando em menor número em audiência e visibilidade em relação à categoria masculina, podem, já em 2024, estar faturando mais e assinando patrocínios mais significativos relacionados a NIL do que os homens.


Vejamos o exemplo da Boost Mobile, uma marca de operadora de celular de baixo custo conhecida por campanhas publicitárias direcionadas a estudantes e trabalhadores de classe média, e que tradicionalmente patrocinava apenas jogadores masculinos de basquete relacionados a times universitários (a maioria dos quais sempre foram homens).



Bem, eles mudaram completamente sua estratégia e assinaram com as gêmeas Hanna e Haley Cavinder, jogadoras de basquete do Fresno State Bulldogs. Foi também um dos únicos momentos em que a marca Boost Mobile foi vista nos outdoors da Time Square, em Nova York,, mostrando assim a importância e o grande momento do esporte feminino nos EUA. As gêmeas postaram o momento histórico no TikTok que gerou mais de 854.000 visualizações em poucos dias! As jogadoras de Fresno adicionaram três milhões de seguidores em alguns dias, o que levou a marca a assinar uma versão revisada e majorada do contrato.


Isso também representa um marco de como os atletas e as atletas de basquete universitário mudaram graças ao NIL. Mas há um evento na vida real que talvez nos dê uma ideia de como essas empresas tem certeza sobre a força da presença feminina na publicidade esportiva.



Cerca de um mês antes de as novas regras do NIL entrarem em vigor, uma empresa chamada Six Star Pro Nutrition comprou um outdoor em uma auto estrada em Connecticut que dizia: "A atleta universitária mais bem paga da América joga em Connecticut, mas não podemos pagá-la ainda."


Acho que isso nos dá uma ideia do futuro sensacional das campanhas publicitárias do basquete feminino da NCAA.

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