O SOBRENOME SCOLA SEGUE VIVO E EM BUSCA DE MAIS HISTÓRIAS NO BASQUETE
O SOBRENOME SCOLA SEGUE VIVO E EM BUSCA DE MAIS HISTÓRIAS NO BASQUETE
Jun 04, 2022

O SOBRENOME SCOLA SEGUE VIVO E EM BUSCA DE MAIS HISTÓRIAS NO BASQUETE

Leonardo Sasso FOTO: Instagram

Luis Scola deu tudo o que podia por uma bandeira. Fez de tudo por uma camisa. Deu a qualidade, a raça, a força e praticamente a alma pela Argentina. Poucos representaram tanto uma seleção quanto o ex-ala-pivô.

 

Um currículo imenso com passagem pela NBA, títulos espanhóis, desempenhos fantásticos em Euroligas e, claro, o maior de todos: o ouro olímpico em Atenas, 2004. A famosa “geração de ouro” argentina.

 

 

Após se aposentar da seleção e, no último ano, de clubes também, Scola assumiu o posto de dirigente executivo do Pallacanestro Varese, time da 1ª primeira divisão italiana em que o ex-jogador finalizou a carreira.

 

Na Itália, ele vê os passos daquele que pode seguir escrevendo mais histórias do sobrenome Scola, Tomás. Aos 16 anos, o filho de Luis joga nas categorias de base do Varese e agora terá uma oportunidade gigantesca de começar a traçar o caminho do pai. Ele entrou na pré-lista da seleção argentina para o Mundial Sub-17, que acontece entre os dias 2 e 10 de julho, em Málaga, na Espanha.

 

Foram 25 nomes chamados, uma boa base da equipe que disputou o Pan-Americano em 2021 e que são comandados por Léo Gutiérrez, outra lenda do basquete argentino.

 

 

Ainda em 2013, Luis Scola falou sobre uma conversa com o filho Tomás, na época com 13 anos.

 

- Tomy, gostou? (era o 1º treino de basquete de Tomás)”;

- Eu amei, papai.

 

Será que outro Scola fará história no basquete?

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